Meditação diária

A MAJESTADE SUBJUGADORA DO PODER PESSOAL

Pois o amor de Cristo constrange-nos.

2 Coríntios 5:14

Paulo diz que é dominado, subjugado por completo, preso como num torno[1], pelo amor de Cristo. Muito poucos de nós sabem o que significa ser preso pelas garras do amor de Deus; somos presos apenas pelo constrangimento da nossa experiência. A única coisa que prendeu Paulo, até nada mais restar no seu horizonte, foi o amor de Deus. "O amor de Cristo constrange-nos" — quando ouves essa nota num homem ou numa mulher, nunca te podes enganar. Sabes que o Espírito de Deus está a abrir caminho sem impedimentos nessa vida.

Quando nascemos de novo do Espírito de Deus, a nota do testemunho incide sobre o que Deus fez por nós, e com razão. Mas o batismo do Espírito Santo apaga isso para sempre, e começamos a aperceber-nos do que Jesus quis dizer quando afirmou — "Sereis testemunhas de Mim." Não testemunhas do que Jesus pode fazer — isso é um testemunho elementar — mas "testemunhas de Mim." Tomaremos tudo o que acontece como acontecendo-Lhe, quer seja louvor ou censura, perseguição ou aprovação. Ninguém pode permanecer assim por Jesus Cristo se não estiver constrangido pela majestade do Seu poder pessoal. É a única coisa que importa, e o estranho é ser a última coisa de que o trabalhador cristão se apercebe. Paulo diz que está preso pelo amor de Deus, é por isso que age como age. Os homens podem chamar-lhe louco ou sóbrio, mas ele não se importa; há apenas uma coisa para a qual vive, e é persuadir os homens acerca do tribunal de Deus, e do amor de Cristo. Este abandono ao amor de Cristo é a única coisa que dá fruto na vida, e deixará sempre a impressão da santidade e do poder de Deus, nunca da nossa santidade pessoal.

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Comece cada dia com um tempo de quietude centrado em Cristo.

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